sábado, 18 de agosto de 2012

É uma opinião liberal? Poder ser que sim, pode ser que não! Mas é melhor que a ortodoxia neoliberal!

É o texto abaixo eu estou reproduzindo. Pode ser que seja uma opinião liberal sobre os rumos da economia mundial e muito menos confortável para quem quer o fim o sistema capitalista, mas é uma posição contra o véu que quer cobrir os olhos de todos (as) para a verdade absoluta do pensamento único neoliberal.

Vale a pena ler, depende do ponto de vista!
Boa leitura!




CLÓVIS ROSSI
Cem vozes em meio à treva
Economistas fazem manifesto em favor da razão contra a economiafundamentalista e suicida

Enfim, uma coleção de vozes respeitáveis se faz ouvir contra o pensamento único ortodoxo e conservador que tortura as políticas econômicas do mundo rico, além de ser francamente hegemônico nas academias e na mídia, em ambos os casos também nos países em desenvolvimento, emergentes ou como você prefira chamá-los.

Está em circulação um "Manifesto para o retorno à razão na economia", assinado originalmente por uma centena de economistas.

Não, não se trata de comunistas, socialistas, anarquistas, militantes enrustidos do PSOL ou do chavismo. Não que essas tribos não tenham direito a se manifestar. Só faço a observação porque muita gente desclassifica opiniões e análises não pelo conteúdo delas mas pela suposta (ou real) filiação político-ideológica dos autores.
No caso desse manifesto, não há grife acadêmica lustrosa que não tenha um ou mais de um representante entre os signatários.

O que é profundamente triste é a total ausência de brasileiros entre os firmantes. Uma demonstração que, em matéria de inteligência, somos marginais. Em todo o caso, o manifesto está aberto ainda a assinaturas na internet, emwww.manifestoforeconomicsense.org.

Até o meio da tarde de sexta-feira, mais de 9.000 pessoas haviam se dado ao trabalho de assinar o documento. Ao leitor que possa pensar que estou falando do manifesto porque um dos signatários chama-se Sergio Rossi, do departamento de economia da universidade suíça de Friburgo, esclareço que jamais havia ouvido falar dele.

Resumo dos temas tratados: primeiro, a causa da crise não foi, como já escrevi aqui uma e mil vezes, o endividamento irresponsável do setor público, exceto em poucos casos, como o da Grécia. Foram os empréstimos tomados pelo setor privado, inclusive pela chamada alavancagem dos bancos. Sendo assim, os importantes deficit públicos de hoje são consequência e não causa da crise.
Elementar, mas frequentemente escamoteado do debate.

A resposta dos governantes foi inadequada, dizem os autores, pela simples razão de que o setor privado parou de gastar porque estava endividado até o pescoço.

Se o setor público também corta gastos, como se está fazendo em toda a Europa, a consequência inescapável é a recessão, quando não a depressão (caso da Espanha, por exemplo).
É igualmente óbvio, mas, não obstante, os governantes do mundo rico não conseguem somar 1+1 e concluir que dá 2.

Parêntesis necessário por uma questão de justiça: o governo Dilma Rousseff está fazendo a análise correta no atacado, ainda que se possa discordar de algumas medidas pontuais, no varejo.

Você pode, com razão, perguntar de onde governos agora endividados e com robustos deficit vão tirar dinheiro para contrabalançar a retração do setor privado. Propostas existem e fazem sentido. Basta ler o programa eleitoral de François Hollande, aliás vitorioso.

De todo modo, é saudável ouvir gente relevante pedir o retorno à razão, quando o coro ensurdecedor até aqui parecia vir de um braço econômico da Al Qaeda.
crossi@uol.com.br

Equador não pode ficar só! (reproduzindo de Santayana sobre Assange)



Publicado em 16/08/2012 - artigo de Mauro Santayana, do JB online


A Inglaterra confia na força, mas a História nos mostra que a melhor forma de garantir, com honra, a própria soberania, é a de respeitar a soberania e a honra dos outros.

Este é o momento para que a unidade sulamericana deixe a retórica para tornar-se realidade. Cabe ao continente manter-se ao lado do povo equatoriano, na defesa de sua soberania política. A consolidação da Unasul se impõe, e com urgência. Diante da ameaça aberta do governo britânico, de invadir a Embaixada do Equador em Londres, o governo de Quito, pelo seu chanceler, declarou que confirma o asilo concedido a Julián Assange em seu território (que se estende ao recinto modesto de sua embaixada junto ao Reino Unido). Os ingleses, em sociedade com os Estados Unidos, ainda se consideram senhores do mundo. O criador do WikiLeaks se encontra sob a ameaça de ser entregue ao governo norte-americano. Os ianques querem vingar o fato de que Assange tornou transparentes suas intrigas e seus crimes.

A nota do governo britânico, entregue anteontem à embaixadora do Equador, é  ameaça clara e brutal ao Equador. O “aide-mémoire”,entregue à Embaixadora Ana Albán, convocada ao Foreign Office para recebê-lo, é objetivo em sua crueza:
“Devemos reiterar que consideramos o uso continuado de instalações diplomáticas, desta maneira, incompatível com a Convenção de Viena e insustentável, e que já deixamos bem claro suas sérias implicações em nossas relações diplomáticas. Devem estar conscientes de que há uma base legal no Reino Unido – a Lei sobre Instalações Diplomáticas e Consulares, de 1987 – que nos permitiria agir para prender o Sr. Assange nas instalações atuais da Embaixada”.

É preciso deixar claro que a Convenção de Viena, de 1962, proíbe claramente essa invasão dos locais diplomáticos, conforme seu artigo 22:

“1. Os locais da Missão são invioláveis. Os Agentes do Estado acreditado não poderão neles penetrar sem o consentimento do Chefe da Missão.

“2. O Estado acreditado tem a obrigação especial de adotar todas as medidas apropriadas, para proteger os locais da Missão contra qualquer intrusão ou dano, e evitar perturbações à tranqüilidade da Missão ou ofensas à sua dignidade.

“3. Os locais da Missão, em mobiliário e demais bens neles situados, assim como os meios de transporte da Missão, não poderão ser objeto de busca, requisição, embargo ou medida de execução”.

Nenhuma lei interna de país aderente a  convenção internacional dessa magnitude, pode sobrepor-se ao Tratado. Nos 50 anos de sua vigência, isso nunca ocorreu.          O governo equatoriano não tinha outra atitude, a fim de resguardar a sua soberania, que não fosse tornar, de jure, o asilo de fato que concedera a Assange. Há momentos em que todos os cidadãos honrados de uma nação se tornam um só homem, aquele que, sob sua delegação, chefia o Estado. A decisão de Rafael Correa, exposta por seu chanceler Ricardo Patiño, é a mesma que qualquer país latino-americano que se preze tomaria.

Nós temos uma tradição histórica na concessão de asilo diplomático, que é invariável: não se discute o comportamento do perseguido, mas a sua condição humana e o perigo, a juízo do país concedente, de que o postulante seja submetido a tratamento cruel, ou à pena de morte. Foi assim que o governo democrático brasileiro não titubeou em conceder asilo ao ditador Alfredo Stroessner, em 1989, durante a presidência de Sarney.

Se nós, brasileiros, não tivéssemos outras razões para guardar reservas contra os ingleses, há uma, poderosa. Em seu livro “The Rise and Fall of the British Empire” (Londres, 1995, página 5), o historiador britânico Lawrence James registra, como um dos primeiros episódios da ascensão de seu país ao domínio do mundo, o assalto cometido por George White, de Dorset, dono do veleiro Catherine, de 35 toneladas, armado de cinco canhões e avaliado em 89 libras, segundo o autor. Em 1590, White se apoderou de três cargueiros brasileiros, em alto mar, desarmados e sob bandeira espanhola, roubando sua carga avaliada em 3.600 libras. Encorajado com o resultado do roubo, vendeu o Catherine,  comprou navio mais poderoso e continuou a saquear navios brasileiros e do Caribe, sempre indefesos.

A Inglaterra confia na força, mas a História nos mostra que a melhor forma de garantir, com honra, a própria soberania, é a de respeitar a soberania e a honra dos outros.

Quando encerrávamos estas notas, o chanceler britânico William Hague declarou que seu governo não invadirá a embaixada do Equador. Como se começa a ver, a ameaça foi um ato de arrogância contra um país desarmado.

domingo, 5 de agosto de 2012

Gangue dos playboys e a redução da idade penal: hipocrisia do novo Brasil!


Eu sou contra a redução da idade penal. Participei do Movimento Estadual Contra a Redução da Idade Penal ao lado de companheiras e lutadoras, lá nos reunimos com juristas, famílias de filhos (as) de trabalhadores (as), militantes de movimentos e fóruns populares de direitos humanos.

Nada e ninguém nos convence de que a solução, a grande solução, seja jogar em celas jovens e adolescentes (filhos e filhas da pobreza e da miséria), a serem punidos como adultos.

Nem vou debater o artigo que estabelece a clausula pétrea que impede a redução da idade penal. 

Minha posição não muda, porque minhas dúvidas não foram respondidas: porque não oferecer direitos e oportunidades para os lugares e as famílias destes jovens? Porque não investir mais na educação pública? porque não investir na integração e reedução social dos jovens dentro e fora das instituições voltadas para o cumprimento das medidas sócio educativas?

E porque não oferecer creches em vez de cadeias? Estas perguntas continuam sem resposta e eu continuo contra a redução da idade penal.

Mas se querem que eu mude, vamos então lá: só apoio a redução se a pena sobre os filhos (as) de ricos, com condições de renda e recursos que cometem crimes seja dobrada, triplicada ou até mesmo superior. Sim estou falando de casos como a "gangue dos playboys" (ver matéria em anexo).

Se sobre os filhos (as)  da pobreza e da miséria pesa a ausência de direitos sociais onde não podem nem sequer reclamar sobre o mal gerado pelo capitalismo e sua exploração, isso deveria no revés pesar mais sobre os que "com condições sociais e econômicas".

Mas isso não vai acontecer, sabem porque: 1) O estado moderno e liberal dá direito a todos (as) uma justiça justa e igual (mesmo que alguns sejam menos iguais que os outros); 2) Os ricos jamais permitirão que seus filhos (as) bem educados (as) sofram, podem pagar advogado caros.

Bem a injustiça persiste, eu teimosamente sigo defendendo minhas idéias!

grande abraço!



http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/gangue-dos-playboys-e-investigada-por-mais-de-50-sequestros-20120802.html

Gangue dos Playboys é investigada por mais de 50 sequestros

Grupo era formado por jovens de classe média, alguns universitários
Mais três integrantes da Gangue dos Playboys foram presos nesta quarta-feira (1º), em Taboão da Serra, Região Metropolitana de São Paulo. Eles fazem parte de um grupo formado por jovens de classe média, alguns universitários, suspeito de ter praticado cerca de 50 sequestros-relâmpagos nos bairros do Brooklin, Campo Belo, Itaim-Bibi, Moema e Vila Olímpia.
Eles são jovens, têm dinheiro, mas escolheram o caminho do crime. Uma reportagem do Domingo Espetacular vai mostrar quem são e como agiam os rapazes que foram presos esta semana. E a reação das famílias, ao descobrir que os filhos eram criminosos.
SBT Brasil

Polícia prende mais três suspeitos da “Gangue dos Playboys”


publicado em 1/8/2012 às 20:40



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Parto Natural: Queremos o direito de ter direito.

Antes que ignorantes, arrogantes ou papagaios do modelo de saúde voltada para os interesses do mercado e do $...venham dizer que não sou mulher, não sei o que é, eu digo: Nada me fará recuar na certeza de que a MULHER tem direito de escolher os rumos do seu corpo.

E claro, é preciso algumas coisas nesse país: CRM, deveria se chamar conselho regional de médicos e não de medicina, que é uma ciência mais ampla e NÃO EXCLUSIVA dos médicos, mas de todos (as) profissionais da área de saúde.

E meus parabéns aos médicos (as) que sabem  respeitar o direito das mulheres...vejam só os dois textos que   trago.

boa leitura, sempre na luta!


Parto Natural: Queremos o direito de ter direito.


O assunto da semana ficou em torno da matéria que passou no Fantástico, sobre Parto Domiciliar e a Marcha do Parto em casa que acontece no próximo dia 17 em vários estados.
marcha
E com isso acendeu diversas discussões pela internet de pessoas que apoiam e de pessoas que acham que isso é a maior insanidade e irresponsabilidade do mundo.
Até o CREMERJ abriu uma denúncia contra o médico que foi ao Fantástico pra defender o parto domiciliar.
Acho engraçado que isso aconteça, com toda essa politica pró aborto, que quem defende diz que a mulher tem direito de ter direito sobre o próprio corpo, quando não permitem nem que a mulher escolha que tipo de parto quer.
E antes que você diga “Claro que pode escolher”, NÃO, não podemos, a menos que a escolha seja uma cirurgia estupida e super invasiva q eles chamam de parto.
Inventam um milhão de desculpas esfarrapadas se aproveitando da nossa fragilidade e nos levam pra linha de produção.
Daí vem alguém e comenta: “Em pleno século 21 a mulher passar dor pra parir é um absurdo”… e eu respondo: Pois é, Brasil, país de terceiro mundo, com indíces indecentes de cesáreas, enquanto nos países de primeiro mundo o parto normal é praticamente a única opção. Salvo em casos de VERDADEIRA necessidade.
Desculpem o post desabafo, meninas, mas essa realidade PRECISA mudar. O índice de cesárea no Brasil beira ao absurdo. Cesárea não é parto, é cirurgia. E deveria ser usada apenas para salvar mãe e bebê.
E por isso peço a ajuda de vocês: Não importa se você encararia ou não um parto em casa. Não importa se você tem horror a dor e por isso vai querer cesárea SEMPRE. Não importa!
Temos que nos unir pra ter o minímo de respeito sobre nossas escolhas, principalmente na hora de ter o nosso filho.
Se você quer ir linda para uma cesárea, programada, maquiada, de unhas e cabelos bem arrumados, ok, é sua escolha.
Mas precisamos exigir um fim a essa linha de produção e a essas desculpas esfarrapadas de obstetras que não querem perder tempo com gestante em trabalho de parto e não respeita o nosso desejo e passar por todo o processo do parto. Precisamos também exigir um fim a falta de respeito que muitas mulheres passam num trabalho de parto normal, sendo submetidas a uma infinidade de procedimentos desnecessário e que as traumatizam para que numa próxima vez implore por uma cesárea.
E por isso eu as convido a assinar essa petição que propõe  que seja aberto um debate cientificamente fundamentado sobre local de parto. Vamos nos unir.
Não estou pedindo que você concorde e aceite o parto natural. Estou pedindo que você lute pelo respeito às mulheres.
E aí, posso contar com você?

30/07/2012 - 21h34

Justiça derruba veto a parteiras em hospitais no RJ

A Justiça Federal suspendeu ontem o veto do Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro) à participação de médicos nos partos realizados em casa e de parteiras e doulas (acompanhantes) nos partos realizados em hospitais.

A proibição havia sido estipulada no último dia 19, quando a entidade editou duas resoluções considerando essas práticas infrações éticas sujeitas a processo disciplinar. O texto também estabelecia a obrigação de os profissionais de saúde notificarem ao conselho todos os casos de pacientes encaminhadas a hospitais após complicações em partos domiciliares.
A decisão da Justiça, em caráter liminar (provisório), atende a pedido do Coren (Conselho Regional de Enfermaria), que entrou com ação civil pública contra as resoluções do Cremerj.
Na sentença, o juiz substituto da 2ª Vara Federal do Rio, Gustavo Arruda Macedo, considerou que as diretrizes do Cremerj praticamente inviabilizam o exercício da profissão de parteira, que é regulamentado por lei.

"É de se considerar, ainda, que a vedação à participação de médicos em partos domiciliares, ao que tudo indica, trará consideráveis repercussões ao direito fundamental à saúde, dever do Estado, porquanto a falta de hospitais fora dos grandes centros urbanos, muitas vezes suprida por procedimentos domiciliares, nos quais é indispensável a possibilidade de participação do profissional de medicina", escreveu.

O Cremerj disse lamentar a decisão da Justiça e voltou a afirmar que as resoluções tinham como objetivo "proteger mães e bebês e oferecer as melhores condições de segurança para o parto".

terça-feira, 17 de julho de 2012

Invictus





Invictus
Autor: William E Henley


Tradutor: André C S Masini


Do fundo desta noite que persiste 
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa; 
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

(Título Original: "Invictus")

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Democracia na rede, eleições e os “pequenos ditadores”





“60 mil curtiram ou compartilharam ser contra campanha eleitoral no facebook”, esta é uma falsa polêmica causada por uma visão de quem gostaria de ver ditadores ou ditaduras governando o país.

A democracia brasileira não é perfeita, é falha. Mas me diga qual não é? A democracia é imperfeita porque nós temos a responsabilidade (eterna) de fazer ela avançar e desenvolver.

Nossa lei permite campanha nas redes sociais desde que seja enviado a quem queira receber. Muito bem isso é democracia. Não gostou? Apaga, este é outro princípio democrático.

O direito de liberdade de expressão tem sido atacada por setores da direita brasileira e em outros países, vamos relembrar a luta contra o projeto de lei do senador Azeredo (PSDB-MG), que restringia e perseguia militantes sociais na rede.

Ou o congresso estadunidense que queria impor sanções contra rede e sua liberdade de download, onde os conservadores e republicanos em nome da “propriedade privada” e da “guerra contra o terror” buscam a todo tempo apresentar medidas restritivas.

As ações contra o site wikileaks e seu fundador mostram o quanto a democracia é importante e fundamental na rede.

E no Brasil? Por que tanta falação referente as propagandas eleitorais na rede? Simples, é uma jogada da grande mídia que quer novamente dizer que a “sociedade civil” esta clamando por não ter propaganda eleitoral nas redes.

Oras, o que vemos é uma sociedade “servil” aos interesses ocultos dos que não querem a democracia. Estes se dizem ser mais “cultos” por serem assalariados médios com renda acima da média do trabalhador (a) brasileiro (a) e clamam por não terem seu “mundinho” virtual invadido.

São os mesmos que reclamam da política sem participar. Os mesmos que cobram que os candidatos (as) devam apresentar suas propostas.

Muito bem, a rede social na internet é e deve ser democrática! Lá os candidatos (as) podem ser questinados, perguntados e sabatinados, sem ofensas, para que cada um escolha o candidato (a) da sua preferência.

Vamos lembrar de Bertold Brecht em seu poema (mais popular), chamado “o analfabeto político”, onde “o pior analfabeto é aquele que se orgulha em dizer que odeia política” e eu proporia a ele “e o pior de todos analfabetos políticos são os querem expor seus corpos, seus copos de cerveja, seus posts inúteis e dizem ser contra campanha eleitoral no facebook”.

E ficam as perguntas:

1) Quem é contra campanha nas redes é contra a liberdade de expressão?

2) Não querer campanhas nas redes significa a volta da ditadura, ou seja, querem um grande "irmão"?

3) Se não podemos escolher pelas redes sociais, como escolher candidatos com compromissos ou projetos políticos avançados, progressistas e democráticos?

4) O que querem do facebook? Um lugar virtual para posts alegrinhos ou indignadinhos? Sem nenhum debate sério e coerente?

E fica a certeza: não há lugar melhor que a democracia, para ser exercida por todos e todas!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Compromissos com a nossa cidade



Companheiros (as), amigos (as), 

Estou agora neste novo desafio da minha militância política. Estou candidato a vereador para defender um trabalho voltado à luta pelos direitos da população e a serviço dos trabalhadores (as).

Minha experiência de luta política e decisão coletiva me levam a este novo desafio de representar a população e seus interesses por isso acredito que ser vereador é uma tarefa.

Precisamos participar mais se queremos mudanças, ocupar todos os espaços para podermos afirmar nossa posição contra a corrupção, a ausência dos representantes e a voz apenas de falsos líderes.

Sem promessas e com compromissos quero poder dialogar em cada casa, em cada bairro e com cada um minhas propostas, que são coletivas.

Vamos para luta, vencer agora é começar a mudar a política com novas idéias.

grande abraço
Wagner Hosokawa

Carta Aberta à população guarulhense

Companheiro e companheira,

Quero apresentar minha candidatura a você, morador e moradora que contribui no dia a dia da nossa cidade e que conhece como ninguém os desafios, as dificuldades e as soluções para melhorar a sua vida e a sua comunidade.

Neste ano teremos novas eleições municipais, onde você vai escolher o prefeito e um vereador. Sua escolha pode mudar a política, por isso  gostaria da sua atenção para novas idéias.

Sou candidato a vereador escolhido por um coletivo do Partido dos Trabalhadores (PT) que optou pela minha história e minha experiência para defender novas idéias e lutar pelos direitos da população na Câmara de Vereadores.

Fui Secretário da Assistência Social e Coordenador de Juventude da Prefeitura no governo do prefeito Almeida. Trabalhamos muito pelo atendimento à população que vive na pobreza, apoiando ações voltadas para os direitos sociais e a cidadania.

Com a nossa juventude realizamos diversas ações, como o Grafite é Cidadania, a Feira do Estudante e a Ciclovia de Lazer.


Compromissos com a nossa cidade

  1. Cumprir o verdadeiro papel de um vereador na elaboração de projetos de lei, fiscalizar o legislativo e a prefeitura incentivando a participação popular.

  1. Defender as reivindicações da população fortalecendo a organização das comunidades, retomando valores coletivos e de diálogo.

  1. Apoiar projeto de estímulo ao uso da bicicleta e pela ampliação de mais ciclovias de lazer e permanentes.

  1. Propor ações de desenvolvimento sustentável e defesa do Meio Ambiente.

  1. Lutar pela transformação da sociedade, contribuindo para construção do poder popular para Guarulhos e para o Brasil.

Quero contar com seu voto de confiança para juntos construirmos novas idéias!

Saudações,

Wagner Hosokawa