segunda-feira, 25 de março de 2013

Cuba sim, ObaMA NÃO...leia a reportagem antes de dizer idiotices que a globo te passa!



28 dados sobre Cuba ignorados pelo Jornal Nacional e seus papagaios

Postado em: 30 dez 2011 às 20:31

8 dados que mostram a força de Cuba, mas propositalmente dispensados pela imprensa hegemônica

Cuba Jornal Nacional
Cuba Jornal Nacional
Como já dissera o escritor e jornalista uruguaio, Eduardo Galeano, quando se trata de Cuba, a grande imprensa, “aplica uma lupa enorme que amplia tudo o que ocorre, sempre que há interesses dos inimigos, chamando a atenção para o que acontece na Revolução, enquanto a lupa distrai e deixa de mostrar outras coisas importantes”.
Entre essas coisas importantes, que não são apontadas pelas lupas, chamo a atenção para 28 dados, que mostram a força de Cuba, na véspera de seu aniversário de 53 anos.
1) 8.913.000 de cubanos participaram da discussão do Projeto de Diretrizes para a Política Econômica e Social do Partido e da Revolução, debate prévio ao 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba.
2) Foram registrados mais de 3 milhões de intervenções populares.
3) 68% das diretrizes foram reformuladas após a discussão com o povo cubano.
4) 313 diretrizes da Política Econômica e Social do Partido e da Revolução foram adotadas no 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba.
5) Na linha definida pelo povo cubano para atualização do modelo econômico, até agora, entraram em vigor.
6) 7 decretos-leis do Conselho de Estado.
7) 3 decretos do Conselho de Ministros.
8) 66 resoluções e instruções de ministros e chefes de instituições nacionais.
9) O governo cubano destinará, em subsídios, mais de 800 milhões de pesos para pessoas de baixa renda, como parte da Lei do Orçamento para 2012.
10) O governo cubano vai destinar mais de 17 milhões de pesos para a saúde, a educação e outras necessidades sociais, no orçamento para 2012.
11) No orçamento de 2012, serão alocados 400 milhões de pesos para proteger as pessoas em situação financeira crítica, incluindo pessoas com deficiências e consideradas disponíveis no processo de reestruturação do trabalho.
12) O orçamento do Estado encerrou o ano com um déficit estimado de 3,8% em relação ao Produto Interno Bruto, cumprindo o limite aprovado pela Assembleia Nacional, na Lei do Orçamento de 2011.
13) Produto Interno Bruto cresceu 2,7%, em 2011.
14) No final de 2011, a produtividade de todos os empregados na economia cresceu 2,8%.
15) Mais de 357 mil cubanos exercem o trabalho por conta própria.
16) 33 medidas foram aprovadas pelo Conselho de Ministros e entraram em vigor, em setembro passado, para continuar a facilitar o trabalho por conta própria.
17) Mais de 2,5 milhões de turistas visitaram a Cuba em 2011.
18) Foram produzidos 4 milhões de toneladas de petróleo e gás em 2011.
19) A taxa de mortalidade infantil em Cuba é inferior a 5 por mil nascidos vivos.
20) A expectativa de vida é de 78 anos.
21) 186 países condenaram os EUA pelo bloqueio genocida contra Cuba, durante a Assembleia Geral da ONU, em outubro passado.
22) Cuba ficou em segundo lugar nos Jogos Pan-Americanos Guadalajara, com 58 medalhas de ouro.
23) O Conselho de Estado da República de Cuba concordou em indultar mais de 2.900 presos.
24) Cuba ocupa a 51ª posição, no Relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, com um alto desenvolvimento humano.
25) Em 14 de dezembro marcou o primeiro aniversário da primeira rede social de conteúdo digital cubano, EcuRed, com cerca de 80 mil artigos e verbetes.
26) Mais de 40 mil cubanos estão em missões de solidariedade por mais de 70 países.
27) Mais de 3 milhões de pessoas foram alfabetizados pelo método “Yo, si puedo”, depois de ser aplicado em quase três dezenas de países ao redor do mundo.
28) Com o início do ano letivo 2011–2012, em 5 de setembro, abriram suas portas mais de 60 universidades na Ilha, com cerca de 500 mil alunos matriculados.

Deixem as trabalhadoras do sexo trabalhar...no capitalismo prostituto da midia é quem mais destroi o país....

Olha aí, não é só Yoani que devemos falar. Nossa democracia permite que tenhamos nossas "yoanizinhas" na midia daqui...

E ainda  falam mal das trabalhadoras do sexo, deixa as moças trabalharem. Elas com certeza devem ser o maior arquivo vivo da República brasileira, porque o que passa de poítico, empresário e figurão que de dia critica as cotas, a população LGBT e o aborto de noite vai fuden...o país não esta na história....veja o que um respeitado profissional levou na testa pelas idiotices que escreveu...


Escritor Fernando Morais dá uma merecida surra em Leandro Narloch
Postado em: 19 nov 2011 às 15:48

Sem graça, Narloch foi fisgado pela própria inconsistência e por uma necessidade fantasiosa de acreditar no que quer, como quando diz que o ‘capitalismo é o que de melhor já aconteceu na história da humanidade’. (Vídeo abaixo)

Narloch Fernando Morais Cuba FliportoNem as batatas cubanas ficaram de fora da mais animada e polêmica entre as mesas da 7ª Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), que reuniu, em Olinda, os jornalistas Fernando Morais, Leandro Narloch e Samarone Lima. O tema proposto era América Latina para o bem e para o mal e Cuba dominou boa parte da conversa. A segunda parte do debate ficou concentrada nos dois livros de Narloch, o Guia Politicamente Incorreto do Brasil (hoje, o quinto mais vendido no Brasil) e o Guia Politicamente Incorreto da América Latina (Leya).
Quem deu a largada foi o moderador Vandek Santiago. Ele questionou o jornalista sobre as fontes usadas na produção do livro, entre as quais estavam “as más línguas” em capítulo sobre o relacionamento de Perón, na Argentina, com jovens meninas.
Morais se juntou ao debate quando Narloch disse que “vários” cubanos desertaram durante os Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007. “Foram dois”, respondeu. Em outro momento, Narloch afirmou que as conquistas nas áreas econômica e de saúde não valeram a pena para Cuba, o que mereceu o deboche de Morais. “Essa fala me lembrou Nelson Rodrigues, que era um grande dramaturgo e um péssimo político, e que disse que preferia a liberdade ao pão.Pergunte a uma mãe que está enterrando o filho de cinco anos por desnutrição o que ela pensa disso“, disse Morais, que tinha acabado de citar dados da Unesco que mostram que Cuba tem o menor índice de mortalidade infantil entre os países concentrados do sul dos Estados Unidos à Patagônia.
Mais um pouco de conversa sobre liberdade e Cuba e a atenção voltou para Narloch. Fernando Morais, que não leu o livro mas acompanhou algumas entrevistas do autor, mencionou o caráter marqueteiro das obras. O autor chegou a comentar em uma dessas entrevistas que tinha começado a coleção, que terá um novo volume sobre a história do mundo, para ganhar algum dinheiro. “Estou em pânico. Passei a faculdade lendo Fernando Morais e agora estamos quebrando o pau”.
“Leandro Narloch se reconhece como uma pessoa de direita. Em um país onde Paulo Maluf se diz de centro-esquerda, alguém de 30 e poucos anos se assumir de direita é de uma honestidade política”, comentou. “Mas seus livros deveriam ter uma errata dizendo que eles se chamam Guias Politicamente Corretos porque estão remando a favor da maré e absolutamente a favor do vento que sopra na imprensa, especialmente na Revista Veja”, completou.
Samarone Lima, que trazia um dos exemplares cheios “post-it”, disse que encontrou uma série de problemas no livro, mas que o principal dizia respeito ao capítulo dedicado ao general Augusto Pinochet. “É de uma inconsistência dolorosa. Nós, jornalistas, trabalhamos com fontes. Você não pode escrever sobre Pinochet usando como fonte um livro lançado pelo governo golpista”, disse Lima, que encontrou 12 referências ao tal livro oficial no capítulo.
Enquanto Lima procurava outra passagem, Narloch, já sem graça com a repercussão que seu trabalho tinha ganhado naquele painel, brincou: “Acabou, não dá mais tempo.” Mas deu. Ainda desconfortável, perdeu o fio da meada e foi vaiado quando, mais calmo, também citou Nelson Rodrigues: “Quem não é socialista com 20 anos não tem coração. Quem é com 40 não tem cérebro.”
Foi então a vez dele contestar uma informação publicada por Morais sobre o episódio das larvas jogadas pela governo americano nas plantações de batatas em Cuba. “Use um pouco do dinheiro que você ganha com direitos autorais e vá até os Estados Unidos checar isso. Nós não vamos ficar aqui brigando pelas batatas cubanas”, finalizou Morais.
Abaixo, confira o vídeo com trechos do debate:

Ela mente para ter midia ou a midia (de direita) a paga para mentir?


Quem leu o título acima e vai ler a matéria abaixo conclui: as duas coisas!

Yoani mente para ter o que o capitalismo oferece aos seus serviçais: dinheiro e conforto. Liberdade de expressão deveria ter critérios no quesito mentira. E Yoani a partica de forma ainda mais descarada, por dinheiro.

É sedutor ser dissidente num país onde após anos de EMBARGO economico dos EUA é fácil. Os Eua dizem que o embargo é contra o regime político, mas penalizam todo o povo.

E o pior, aplicam o jogo dos dois pesos e duas medidas. Antes da guerra contra o "terror" o embargo dos Eua não incluía deixar de comprar o petroleo dos seu "inimigos", vide a Venezuela.

Quando há interesses do sistema em jogo, ele joga sujo. (ai lembrei de tropa de elite dois, o "capetão" nascimento não conheceu o imperialismo, imagine ele na Africa, no Iraque ou na Palestina...detonava uma bomba atomica nas multinacionais)...voltando, o sistema joga sujo, olha e contrata seus serviçais, o que Yoani não sabe é que quando sistema não precisa mais de voce te descarta...e ai "perdeu payboy...

fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/08/yoani-sanchez-mentiras-da-blogueira-cubana.htm

Yoani Sánchez: reveladas novas mentiras da blogueira cubana

Postado em: 29 ago 2012 às 20:26

As novas contradições da dissidente cubana Yoani Sánchez. Enquanto dizia ter dificuldade financeira para comer, blogueira recebeu para fazer tour gastronômico

yoani sanchez mente
A blogueira cubana Yoani Sánchez. Foto: reprodução
No período de alguns anos, a dissidente cubana Yoani Sánchez se converteu na principal figura da oposição ao governo de Havana. Ninfa egrégia dos meios informativos ocidentais, no entanto, a blogueira não escapa às suas próprias contradições.
Yoani tem uma visão bastante peculiar de seu país, que compartilha em seu blog Generación Y, criado em 2007. O ponto de vista é áspero e sem nuances. A realidade cubana aparece descrita de modo apocalíptico e ela conta sua vida cotidiana composta por sofrimentos e privações. Critica duramente o governo de Havana e o faz responsável por todos os males.

“Meu filho me pergunta se terá almoço hoje”

“Meu filho me pergunta se terá almoço hoje”, escreve em uma crônica no dia 29 de junho de 2012, em “uma sociedade em que cada gestão está rodeada de obstáculos e impedimentos, se produz muito mais de forma independente”. [1] “Uma dessas cenas recorrentes é a de perseguir os alimentos e outros produtos básicos em meio ao desabastecimento crônico de nossos mercados”, queixa-se. [2] Afirma que luta diariamente contra “os obstáculos da vida”. [3] Ela afirma inclusive ter dificuldades para alimentar seu próprio filho “diante da verticalidade de um governo totalitário” [4], que usa como pretexto “uma eterna ameaça estrangeira para desqualificar os incômodos”. [5] Segundo ela, “com alguns centavos que se somam a um alimento, o termômetro da angústia cotidiana dispara, os graus de inquietude se incrementam”. [6]
Contradições
Ao ler essas linhas, parece que a jovem dissidente cubana passa fome e se encontra em total desamparo. Mas suas informações dificilmente resistem à análise.
yoani sánchez gastronomia cuba blogueira
Longe de se ver em estado de precariedade, Yoani Sánchez goza de condições de vida materiais privilegiadas quando comparadas às da imensa maioria de seus compatriotas. Na edição de 23 de julho de 2012 do jornal espanhol El País [seis dias antes do post sobre a fome, foto à esquerda], descobrimos que a blogueira fez uma reportagem sobre “os 10 melhores restaurantes da renovada cozinha cubana”. [7]
Convertida em gastrônoma e crítica de culinária, Sánchez estabelece uma classificação dos dez melhores restaurantes da capital cubana e descreve com muitos detalhes os suculentos cardápios propostos por um preço médio de “20 euros”, ou seja, o equivalente a um mês de salário em Cuba. Dessa forma, o Café Laurent, o Decamerón, o Habana Chef, La Casa, La Mimosa, La Moneda Cubana, Le Chansonnier, Mamma Mía, Rancho Blanco e Río Mar conseguem seus votos.
Blogueira cubana Yoani Sánchez, que diz passar fome, é frequentadora de restaurantes de primeiro nível. Foto: El País
Inevitavelmente, surgem várias perguntas. Para poder estabelecer uma classificação minimamente séria, a jovem opositora teve que visitar pelo menos uns cinquenta restaurantes de Havana cujos cardápios custam em torno de 20 euros como média. Como Yoani Sánchez – que afirma ter dificuldades para alimentar seu próprio filho – poderia supostamente gastar 1.000 euros – quantia que equivale a quatro anos de um salário médio em Cuba! – para visitar os restaurantes mais seletos da capital cubana? Por que uma pessoa que afirma se interessar pela sorte de seus concidadãos realiza uma reportagem sobre os restaurantes de luxo em Cuba, que poucos cubanos podem frequentar?

O verdadeiro nível de vida de Yoani Sánchez
Na verdade, Yoani Sánchez não sofre nenhum problema de ordem material. Desde que integrou o universo da dissidência, sua vida mudou de modo considerável. No período de alguns anos, a jovem opositora recebeu múltiplas distinções, todas financeiramente remuneradas. Assim, desde a criação de seu blog, em 2007, a blogueira foi retribuída com a quantia de 250 mil euros no total, isto é, uma importância equivalente a mais de 20 anos de salário mínimo em um país como a França, quinta potência mundial.
O salário mínimo mensal em Cuba é de 420 pesos, quer dizer, 18 dólares ou 14 euros, o que faz com que Yoani Sánchez tenha conseguido o equivalente a 1.488 anos de salário mínimo cubano em sua atividade de opositora.
Jamais nenhum dissidente em Cuba – talvez no mundo – conseguiu tantas distinções internacionais em tão pouco tempo. Por outro lado, o jornal El País abriu suas páginas às crônicas de Sánchez por uma remuneração que oscila entre 150 dólares por artigo, ou seja, uma soma equivalente a oito meses de salário mínimo em Cuba. [8]
Yoani Sánchez, nova figura da oposição cubana, está longe de viver em total desamparo. Ao contrário, dispõe de um ritmo de vida que nenhum outro cubano pode se permitir e, ao contrário do que afirma, seu filho não sofre nenhuma carência alimentar. A dissidente, que primeiro emigrou à Suíça antes de escolher voltar a Cuba, é bastante sagaz para compreender que adotar certo tipo de discurso agradaria a poderosos interesses contrários ao governo e ao sistema cubanos. Estes, por sua vez, sabem ser generosos com ela.
Por Salim Lamrani. Doutor em Estudos Ibéricos e Latino-americanos da Universidade Paris Sorbonne-Paris IV.  Professor responsável por cursos na Universidade Paris-Sorbonne-Paris IV e na Universidade Paris-Est Marne-la-Valée e jornalista, especialista nas relações entre Cuba e Estados Unidos. Seu último livro se intitula Etat de siège. Les sanctions économiques des Etats-Unis contre Cuba, Paris, Edições Estrella, 2011, com prólogo de Wayne S. Smith e prefácio de Paul Estrade. Contato: Salim.Lamrani@univ-mlv.fr.
Referências bibliográficas:
[1] Yoani Sánchez, “À distância de um clic”, Generación Y, 28 de junho de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[2] Yoani Sánchez, “Maiorista vs minorista”, Generación Y, 5 de junho de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[3] Yoani Sánchez, “O futuro comMariela Castro”, Generación Y, 28 de maio de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[4] Yoani Sánchez, “Fuenteovejuna”, Generación Y, 13 de junho de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[5] Yoani Sánchez, “¿Boa vontade?”, Generación Y, 12 de junho de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[6] Yoani Sánchez, “Porco na ‘caixinha’”, Generación Y, 16 de maio de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site acessado em 26 de julho de 2012).
[7] Yoani Sánchez, “Os novos chefs de Havana. Os 10 melhores restaurantes da renovada cozinha cubana”, El País, 23 de julho de 2012. http://elviajero.elpais.com/elviajero/2012/07/23/actualidad/1343057020_608376.html (site acessado em 26 de julho de 2012).
[8] Yoani Sánchez, “Prêmios”. http://www.desdecuba.com/generaciony/?page_id=1333 (site acessado em 26 de julho de 2012).

quarta-feira, 20 de março de 2013

Direito de expressão sim, incitar o racismo, a segregação o apartheid social, racial e de genero não!!!!

Fora marcos Feliciano é uma resposta. Uma boa resposta! A vida para um pensamento critica para além da midia Global....

A questão central são as declarações públicas deste senhor que usa a religião para seus interesses POLÍTICOS. Quantos projetos de lei ou iniciativas que permitissem mais liberdade religiosa este senhor apresentou? Nenhuma.

Se não concordo nem com o pensamento conservador da cúpula da igreja católica que reprime o pensamento progressista, democrático e libertador, imagine o deste senhor.

Cristo lutou contra falsos profetas, políticos corruptos e o poder opressor de sua época, pagou com a vida para se eternizar na história com seus feitos, palavras e exemplos.

Pena que quem lê a bíblia como quer, a pratica como entende.

Ninguém, religião nenhuma, em nome de deus algum me convencerá ficar calado contra fundamentalismos e opressões.

Não aceito Estado teocrático. Não permito que invadam minha intimidade e muito menos que determinem o que devo ou não fazer do meu livre arbítrio. A "lei dos homens" como dizem, pois bem, se é falha, Feliciano é o erro.

Erro justificável na democracia, sim. Que exige de nós que acreditamos a democracia, nas idéias libertadoras, no socialismo, na liberdade, enfim, em tudo que é progressista façamos nossa parte: fazer avançar representantes com pensamento coletivo, de ideais fortes e sempre anti capitalista (que se tem um capeta é esse sistema), e ser anti opressor.

E ele pode presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias? NÃO, porque não acredita nos preceitos do que sejam direitos HUMANOS.

Quer impor, quer promover debates morais e levar vantagem, um oportunista! Quer ser o "representante" dos evangélicos promovendo uma teocracia política que é admirável até para Hitler na Alemanha com os judeus, a escravização da Africa apoiada em argumentos inclusive da própria Igreja católica até o sec. XIX, a burguesia paulista depois de imigrar e explorar o povo nordestino impõe o racismo etnico em São Paulo...esses são só alguns exemplos do que NÃO PODEMOS PERMITIR MAIS NESTA HUMANIDADE.

protestos

CADE O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA? SUMIU, ELE, O ALCKMIN E OS TUCANOS NO NINHO....

19 de Março de 2013
Movimentos ocupam a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo
Secretário Fernando Grella Vieira não comparece à Audiência Pública. Comitê de Luta Contra o Genocídio promete mais protestos

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Após quase quatro meses de negociações e diálogo junto à assessoria da Secretaria de Segurança Pública de SP, o Secretário Fernando Grela Vieira não compareceu à Audiência Pública marcada para o início da noite desta terça-feira, 19 de março.

Sem justificativa oficial, os assessores do Secretário já haviam adiantado há cerca de uma semana a possibilidade de ausência do titular da pasta, que traria também o Comandante da PM e o Chefe da Policia Civil, além da chefia do IML paulista.

Cerca de 300 pessoas que compareceram ao Salão Nobre do Campus de Direito da USP, no Largo São Francisco, centro de São Paulo, acompanharam um rápido ato político onde os membros do Comitê expuseram um histórico de ações do movimento nos últimos anos, assim como o processo de construção da Audiência. Para os movimentos, a ausência do Secretário significou completo desrespeito à luta pelo fim da violência, e aos familiares de vítimas que estiveram presentes.

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Indignados com a falta de respeito e com a desfaçatez dos assessores que teimavam em justificar a ausência das autoridades, os organizadores do COMITÊ, em consulta aos presentes, propuseram uma ato simbólico em frente à Secretaria de Segurança Pública, situada a alguns metros apenas da Faculdade de Direito. 

Aos gritos de “Cadê o Secretário?”, os manifestantes transformaram o que seria um ato simbólico, em uma ocupação relâmpago da Secretaria de Segurança Pública de SP. Já dentro do hall da secretaria, as mais de 300 pessoas realizaram um ATO, onde militantes, em jogral, expuseram uma vez mais sua insatisfação e a cobrança pelo cessar dos assassinatos de jovens negros e pobres nas periferias da cidade.

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ASSISTA AQUI VÍDEOS DA OCUPAÇÃO:

Entrada

Dentro

Poema e Saída

O secretário, mesmo diante da manifestação em seu próprio “território de segurança”, se recusou a dialogar com os movimentos. Após cerca de uma hora de protestos e ocupação, os manifestantes deixaram o local e terminaram a manifestação em frente às arcadas do campus de direito da USP. A Próxima reunião do Comitê ficou marcada para o dia 2 de abril.

AS REIVINDICAÇÕES

Um documento com diversas reivindicações do Movimento no que diz respeito ao fim da violência policial no estado foi protocolado no ato de ocupação da Secretaria de Justiça de SP, realizado no dia 22 de novembro de 2012, mesma data da posse do Secretario Fernando Grella. Foi também neste dia que a Secretaria se comprometeu a receber o Comitê em audiência pública. Na última semana foi apresentado à Secretaria de Justiça um complemento ao documento com dados atualizados.

A íntegra dos dois documentos pode ser acessada nos links:

Carta do Comitê ao Governo do Estado em 22 de Novembro de 2012:

Carta do Comitê ao Governo do Estado em 19 de Março de 2013


Em síntese, são esses os principais assuntos pautados: 

1. Elucidação de chacinas e mortes do ano de 2012/2013;
2. Reconhecimento e investigação dos grupos de extermínio;
3. Redução da letalidade policial com participação da sociedade civil no monitoramento;
4. Garantia de segurança para denúncias;
5. Ouvidoria e corregedoria com autonomia e efetividade no controle e punição;
6. Indenização a familiares e vítimas fatais ou não;
7. Pelo fim do encarceramento em massa;
8. Fim de registros que mascaram a violência policial;
9. Alteração de evidências no sistema de saúde;
10. Qualificar dados sobre violência e letalidade policial;
11. Autonomia e controle interno do IML.

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19 de Março de 2013
Movimentos ocupam a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo
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Secretário Fernando Grella Vieira não comparece à Audiência Pública. Comitê de Luta Contra o Genocídio promete mais protestos

Após quase quatro meses de negociações e diálogo junto à assessoria da Secretaria de Segurança Pública de SP, o Secretário Fernando Grela Vieira não compareceu à Audiência Pública marcada para o início da noite desta terça-feira, 19 de março.

Sem justificativa oficial, os assessores do Secretário já haviam adiantado há cerca de uma semana a possibilidade de ausência do titular da pasta, que traria também o Comandante da PM e o Chefe da Policia Civil, além da chefia do IML paulista.

Cerca de 300 pessoas que compareceram ao Salão Nobre do Campus de Direito da USP, no Largo São Francisco, centro de São Paulo, acompanharam um rápido ato político onde os membros do Comitê expuseram um histórico de ações do movimento nos últimos anos, assim como o processo de construção da Audiência. Para os movimentos, a ausência do Secretário significou completo desrespeito à luta pelo fim da violência, e aos familiares de vítimas que estiveram presentes.

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Indignados com a falta de respeito e com a desfaçatez dos assessores que teimavam em justificar a ausência das autoridades, os organizadores do COMITÊ, em consulta aos presentes, propuseram uma ato simbólico em frente à Secretaria de Segurança Pública, situada a alguns metros apenas da Faculdade de Direito.

Aos gritos de “Cadê o Secretário?”, os manifestantes transformaram o que seria um ato simbólico, em uma ocupação relâmpago da Secretaria de Segurança Pública de SP. Já dentro do hall da secretaria, as mais de 300 pessoas realizaram um ATO, onde militantes, em jogral, expuseram uma vez mais sua insatisfação e a cobrança pelo cessar dos assassinatos de jovens negros e pobres nas periferias da cidade.

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ASSISTA AQUI VÍDEOS DA OCUPAÇÃO:

Entrada

Dentro

Poema e Saída


O secretário, mesmo diante da manifestação em seu próprio “território de segurança”, se recusou a dialogar com os movimentos. Após cerca de uma hora de protestos e ocupação, os manifestantes deixaram o local e terminaram a manifestação em frente às arcadas do campus de direito da USP. A Próxima reunião do Comitê ficou marcada para o dia 2 de abril.
AS REIVINDICAÇÕES

Um documento com diversas reivindicações do Movimento no que diz respeito ao fim da violência policial no estado foi protocolado no ato de ocupação da Secretaria de Justiça de SP, realizado no dia 22 de novembro de 2012, mesma data da posse do Secretario Fernando Grella. Foi também neste dia que a Secretaria se comprometeu a receber o Comitê em audiência pública. Na última semana foi apresentado à Secretaria de Justiça um complemento ao documento com dados atualizados.



A íntegra dos dois documentos pode ser acessada nos links:

Carta do Comitê ao Governo do Estado em 
22 de Novembro de 2012:

Carta do Comitê ao Governo do Estado em 19 de Março de 2013


Em síntese, são esses os principais assuntos pautados: 

1. Elucidação de chacinas e mortes do ano de 2012/2013;
2. Reconhecimento e investigação dos grupos de extermínio;
3. Redução da letalidade policial com participação da sociedade civil no monitoramento;
4. Garantia de segurança para denúncias;
5. Ouvidoria e corregedoria com autonomia e efetividade no controle e punição;
6. Indenização a familiares e vítimas fatais ou não;
7. Pelo fim do encarceramento em massa;
8. Fim de registros que mascaram a violência policial;
9. Alteração de evidências no sistema de saúde;
10. Qualificar dados sobre violência e letalidade policial;
11. Autonomia e controle interno do IML.

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