quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sobreviventes lançam manifesto nos 15 anos do massacre!




Sobreviventes lançam manifesto nos 15 anos do massacre


As famílias sobreviventes do massacre de Eldorado dos Carajás, organizadas pelo MST, lançam um manifesto à sociedade paraense e aos órgãos competentes ao assunto para marcar os 15 anos da tragédia, a impunidade dos responsáveis pelas mortes, a consolidação do Assentamento 17 de Abril e da luta pela Reforma Agrária nos últimos anos no estado.

Abaixo, leia o manifesto.

Manifesto das Famílias do Assentamento 17 de Abril à sociedade
paraense e ao povo brasileiro, de Eldorado do Carajás, Pará

Daqui, da Comunidade 17 de Abril, hoje somos quase seis mil pessoas numa das maiores agrovilas de assentamentos de Reforma Agrária do país; nossa residência política, ética, moral e cultural, nos manifestamos. Pelos nossos mortos e pelos sobreviventes nos manifestamos. Pela reforma agrária, pelo fim do latifúndio e sua força jurídica nos manifestamos e exigimos justiça.

Até que cesse a gana dos impunes, não se pode perdoar o carrasco, um só deles. Estamos intranqüilos, como quer o momento de vigília.

Logo, em 17 de abril de 2.011, aniversaria o massacre de Eldorado do Carajás. 15 anos! E não cabe outra definição, senão que impunidade e, Pedro Tierra o mais solidário dos poetas, ressuscitou uma palavra vil da garganta dos dicionários e a pôs nos lábios dos séculos para descrever o golpe: “atroz” Eldorado do Carajás, símbolo vigente do caráter antipopular, anti-social e antidemocrático dos que monopolizam o poder e, por ele se opõem violentamente aos que lhes contestam, por terra, dignidade, trabalho, alegria e direitos, onde tudo é negado.

O massacre é um sinal, aos pusilânimes do poder é um fardo de agonia, que jamais poderão desmentir, nem mensurar nas fibras do passado. A memória é subversiva, ninguém a modela, insurge contra os truques midiáticos e os opõe a cada ano, nesta data da classe trabalhadora e das novas gerações nascidas na luta e na resistência do povo brasileiro e amazônida frente a máquina voraz do capital.

Da marcha interrompida pela morte, onde pretendíamos chegar a Belém do Pará para uma negociação por terra, andando a pé quase oitocentos kilômetros, que para os governantes algo injustificável, como o ato insólito e traiçoeiro dos mesmos e, de todos os envolvidos. Chegamos ao mundo em notícias, em páginas de jornais e imagens televisivas numa curva onde hoje está o monumento das castanheiras e o nosso coração, um bosque simbólico.

Sabemos, uma poderosa voz nacional e internacional de denúncia e exigência ergueu-se soberana. Por isso, tudo o que somos hoje, cada fragmento das conquistas políticas, culturais e econômicas no Assentamento têm esse traço indelével, de solidariedade afetiva, religiosa e mística de milhares de estudantes, artistas, professores, intelectuais, e da grande massa do povo que, desde o primeiro instante não nos pediram conciliação dos interesses inconciliáveis, mas luta e organização. Intransigência dos pobres contra a intolerância dos ricos!

Já não somos mais os mesmos, estamos nos reabilitando com o passar dos dias da grande dor e, nessa construção que já perdura 15 anos fizemos muitos progressos na organização social das famílias, no apoderamento político e cultural, na produção de alimentos, na educação, na infância e na juventude. Há uma escola que teima ser para a vida e não para o mercado, uma mobilização pela eliminação do analfabetismo e a construção de uma pedagogia transformadora.

Não abdicamos um só momento da luta e da memória, da construção da comunidade autônoma aos interesses imperiais. Estamos sim, muito longe da vida miserável que levávamos quando vagávamos nômades pelas ruas da fronteira, massa sobrante de um modelo de desenvolvimento predatório. Hoje portamos uma identidade camponesa e desenvolvemos formas de existir mais avançadas e democráticas.

Nesses anos aprendemos que os nossos direitos só a luta faz valer e reconhecemos que temos muitos limites, agruras impostas por uma política caduca, negligente, e cheia de camaradilhas, lusco-fusco da repressão, hoje até mais sofisticada que outrora, em perseguição sistemática às organizações, às suas pautas, aos seus militantes e dirigentes e que nos impediu de fazermos mais onde não havia nada, senão cercas, escravidão e violência do latifúndio.

O que vale a pena dizer, é que inauguramos seguramente um processo novo, cujo sentido é sermos sempre melhores naquilo que fazemos, uma comunidade ligada a toda uma trajetória de luta e que aspira futuro, um novo modelo de desenvolvimento para o campo, na defesa de uma agricultura diversificada, sadia e barata à população.

Faremos esforços grandiosos para ir mudando, o que ainda não pode ser mudado, sendo com toda força e beleza, exemplo pedagógico à sociedade e aos pobres que perecem nas cidades embrutecidas pela lógica abismal de que cada um é aquilo que consome, e que sabemos não tem mais nada a perder, pois já perderam por demais na vida, que a luta é o único encontro possível que possa livrá-los da barbárie e do aniquilamento social!

Nesse momento queríamos saudá-los com essa epígrafe, de um dos melhores amigos que o Assentamento e nossa Organização teve e, que nos deixou no ano passado, o escritor José Saramago. E com esse sentimento exigir e reivindicar, o que nos cabe nessa quadra histórica: dignidade. É o nosso gesto de aliança permanente, com os ambientalistas, com os partidos políticos, com a intelectualidade, com os indígenas, com os quilombolas com as organizações urbanas e rurais, com o movimento estudantil, com os operários, com as organizações latino americanas e via campesina internacional enfim, com os que lutam e sonham e fazem superações!

Levantado do Chão!

“Do chão sabemos que se levantam as searas e as árvores,
levantam se os animais que correm os campos ou voam por cima deles,
levantam-se os homens e as suas esperanças. Também
do chão pode levantar-se um livro, como uma espiga de trigo
ou uma flor brava. Ou uma ave. Ou uma bandeira.
Enfim, cá estou outra vez a sonhar. Como os homens
a quem me dirijo.”


José Saramago

Da nossa residência, pelos nossos mortos, pelos sobreviventes e pela nossa luta, nos manifestamos e exigimos:

1.Exigimos Reforma Agrária; uma política que confronte o latifúndio e desenvolva o campo sobre outro signo, que não é o do agronegócio; hoje traduzido, em agrotóxico, comida envenenada, transgenia, reconcentração de terras e uso intensivo da biodiversidade para fins privados. O atual programa de regularização fundiária na Amazônia (terra legal) legitima o latifúndio, não se traduz em maior numero de áreas destinadas a Reforma Agrária e nem resolve os conflitos sociais.

2.Exigimos um programa imediato para assentar as quase cem mil famílias acampadas no país, em especial as famílias acampadas no Pará, nas áreas emblemáticas do Grupo Santa Bárbara, Mutran´s, Quagliatos e Josué Bengston e Fazenda São Luis, onde a VALE é o principal empecilho. Assim como a destinação das áreas públicas que tiveram seus títulos cancelados, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para um amplo programa de Reforma Agrária no Estado, como forma de cessarem os conflitos e também de reparação pública.

3.Exigimos uma política agrícola que esteja associada ao bioma amazônico, que respeite o campesinato amazônico e sua complexidade, para que sejam guardiões da água, da terra, da floresta, dos ecossistemas e da biodiversidade. E possam exercer soberania sobre suas riquezas. Por exemplo, parar por completo, pois, não há justificativas, a não ser do interesse do capital, a construção da hidrelétrica de Belo Monte!

4.Exigimos um plano de reestruturação do INCRA nacional e das suas superintendências na Amazônia, em especial no Pará. Pesa saber, onde se estruturam os mais graves conflitos agrários no País, o INCRA seja o órgão mais desestruturado e desarticulado com a sua missão, cindindo entre os mais diversos interesses. Exigimos um plano imediato de recuperação dos assentamentos com programas sociais e infra-estrutura, em especial o Assentamento 17 de abril.

5.Exigimos justiça; reparação política e econômica às famílias dos mortos do Massacre de Eldorado do Carajás. Assim como um plano de julgamento por parte do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) para os casos emblemáticos, que esperam julgamentos mandantes e assassinos de Trabalhadores Sem Terra, indígenas e militantes sindicais e religiosos. O fim dos despejos no campo e nas cidades!

6.Exigimos um novo modelo de desenvolvimento econômico e social para as regiões e para o Estado. Uma alternativa aos mega-investimentos e ao monopólio do projeto mineral da Vale, que devoram os ecossistemas e biodiversidades das regiões e produz desigualdade e barbárie social nas cidades, desterritorialização das famílias e grupos sociais, e tem como marca indissociável uma política de compensação social mais atrasada do mundo!

Com ternura,
Assentamento 17 de Abril,
Eldorado do Carajás
Abril, de 2011
Ano de luta e resistência na Amazônia!

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - PA
Reforma agrária: Por justiça Social e Soberania Popular!

fonte:http://www.mst.org.br/Sobreviventes-lancam-manifesto-nos-15%20anos-do-massacre%20

Movimento Sem Terra 2011, todos e todas na luta!!!



Jornada Nacional de Lutas 2011


A Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, promovida pelo MST em todo o país, é realizada em memória aos 19 companheiros assassinados no Massacre de Eldorado de Carajás, em operação da Polícia Militar, no município de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996, no dia 17 de abril.

A data é Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária, assinado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, a partir de proposta da então senadora Marina Silva.

Depois de 15 anos de um massacre de repercussão internacional, o país ainda não resolveu os problemas dos pobres do campo, que continuam sendo alvo da violência dos fazendeiros e da impunidade da justiça.

Reivindicações

Com as lutas, cobramos do governo medidas de curto e médio/longo prazo para assentar as famílias acampadas e desenvolver os assentamentos, tendo como eixo quatro medidas:

1-Exigimos um plano emergencial do governo federal para o assentamento das 100 mil famílias acampadas até o final deste ano. Temos famílias acampadas há mais de cinco anos, vivendo em situação bastante difícil à beira de estradas e em áreas ocupadas, que são vítimas da violência do latifúndio e do agronegócio.

2-Até o meio do ano, queremos que o governo apresente um plano de metas de assentamentos em áreas desapropriadas até 2014.

3-Precisamos de um programa de desenvolvimento dos assentamentos, com investimentos públicos, crédito agrícola, habitação rural, educação e saúde. Os nossos assentados também passam por uma situação bastante difícil, com a falta de investimento público para crédito rural e infra-estrutura em áreas de reforma agrária, como casa, saneamento básico, escola e hospital.

4-Precisamos de medidas para garantir educação nos assentamentos, com a construção de escolas nos assentamentos (em todos os níveis, do infantil, passando pelo fundamental até o médio), um programa de combate ao analfabetismo e políticas para a formação de professores no meio rural.

Combate à pobreza

Um levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) aponta que a insegurança alimentar é maior na área rural do que na urbana. Enquanto 6,2% e 4,6% dos domicílios em área urbana apresentavam níveis moderado e grave de insegurança alimentar, respectivamente, na área rural as proporções foram de 8,6% e 7%.

A presidenta Dilma fez o compromisso de acabar com a pobreza no seu governo. Só é possível acabar com a pobreza com a realização da Reforma Agrária e políticas para o desenvolvimento dos assentamentos. A Reforma Agrária, casada com um programa de agroindustrialização da produção, é a resposta para enfrentar a pobreza, porque gera renda, cria empregos e aumenta a produção de alimentos.

Agroindústrias

Precisamos fortalecer os assentamentos consolidados, com a implementação de um programa de agroindústrias. Com a industrialização dos alimentos, a produção ganha valor agregado, elevando a renda das famílias. A criação das agroindústrias vai criar uma cadeia produtiva para a geração de empregos no campo. Há um grande potencial de criação de postos de trabalho, mas nossos assentados passam por uma situação bastante difícil, com a falta de investimento público para crédito rural e infra-estrutura em áreas de reforma agrária, como casa, saneamento básico, escola e hospital.

Defendemos uma linha de crédito especial para as famílias assentadas, para fomentar a produção de alimentos e garantir renda às famílias. O Pronaf é insuficiente para atender ao público da reforma agrária e da agricultura familiar, pois o volume de recursos não atende a todos os setores. Apenas 15% das famílias conseguem acessar o Pronaf, porque o programa não considera especificidades das áreas de reforma agrária. O agronegócio absorve a maior parte dos créditos agrícolas e não paga as suas dívidas. Desde 1995, os fazendeiros já renegociaram suas dívidas quatro vezes.

Contra os agrotóxicos

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2009. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais. Os agrotóxicos contaminam a produção dos alimentos que comemos e a água (dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos) que bebemos. Mas os venenos não estão só no nosso prato.

Todo o ambiente, os animais e nós, seres humanos, estamos ameaçados. Os agrotóxicos causam: câncer, problemas hormonais, problemas neurológicos, má formação do feto, depressão, doenças de pele, problemas de rim, diarréia, vômitos, desmaio, dor de cabeça, problemas reprodutivos, contaminação do leite materno.

Precisamos de uma nova matriz de produção agrícola. O modelo do agronegócio se sustenta no latifúndio, na mecanização predadora, na expulsão das famílias do campo e no uso exagerado de agrotóxicos. Queremos a proibição do uso dos venenos. No lugar dos latifúndios, defendemos pequenas propriedades e Reforma Agrária.

Somos favoráveis ao “Desmatamento zero”, acabando com devastação do ambiente. Em vez da expulsão campo, políticas para geração de trabalho e renda para a população do meio rural. Novas tecnologias que contribuam com os trabalhadores e acabem com a utilização de agrotóxicos. Daí será possível um jeito diferente de produzir: a agroecologia.

Sobreviventes lançam manifesto nos 15 anos do massacre

As marcas do massacre de Carajás 15 anos depois

Assentamento 17 de abril completa 15 anos de resistência

Artistas, intelectuais e políticos condenam o massacre e pedem Justiça

Caminhos e descaminhos do processo jurídico

Vídeo: Dirigente da Bahia Marcio Matos apresenta objetivos da jornada

kkkk...SEMPRE ELE...FHC O BARÃO DO MERCADO FINANCEIRO, QUER UM BRASIL SEM POBRES...

KKKK...SÓ FALTOU ELE DELEGAR QUE OS SEGUIDORES DEMITAM
EMPREGADAS DOMESTICAS, PEDREIROS E PORTEIROS QUE SE
INSUFLAREM A NÃO ACATAR A ORDEM DE VOTAR NOS TUCANOS
E DEMOS...EITA NÓIS...VIVA OS QUILOMBOS URBANOS QUE SE
LEVANTAM CONTRA ESSA ELITE!!!!


FHC: desistam do povão e dos movimentos sociais















Líderes da oposição, entre eles Aécio Neves (PSDB-MG), discordaram

ontem do teor do artigo em que o ex-presidente Fernando Henrique

Cardoso propõe que desistam do "povão" para investir na nova classe

média. Já o ex-governador José Serra fez vários elogios ao texto e

disse que este não é o "ponto essencial" do texto.

Em "O papel da oposição", escrito para a revista "Interesse

Nacional", FHC diz que "enquanto o PSDB e seus aliados persistirem

em disputar com o PT influência sobre os "movimentos sociais" ou

o "povão", isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas,

falarão sozinhos".

Aécio elogiou o texto, mas se disse "mais otimista" que FHC

quanto à chance de conquista dos eleitores de baixa renda.

Serra disse à Folha que compartilha em "gênero, número e grau"

com a "essência" do artigo: "O problema do PSDB e da oposição é

de rumo, de clareza, de coerência. Como um todo, não se sabe

bem o que o partido defende, nem de que lado está".

O ex-governador de São Paulo também concorda com o ex-presidente

"quando ele adverte para o fato de que as oposições não conseguirão

disputar com o PT o aparelhamento do Estado, porque a nossa vocação

é outra".

Já líderes da oposição no Congresso discordaram do texto de forma

mais aberta.

"Um partido tem de ter sensibilidade social. E ela deve ser voltada

justamente às camadas mais pobres", afirmou o líder do PSDB na

Câmara, Alvaro Dias (PR).

O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), disse que a oposição tem

de "ampliar sua capacidade de se comunicar com todos os segmentos

sociais" e "sair do Congresso e ganhar as ruas."

A avaliação dos tucanos é que a tese de FHC do foco na classe

média contraria a tentativa de Aécio e do governador Geraldo Alckmin,

de consolidar uma marca social e se aproximar dos sindicatos.

Aliados de Alckmin evitaram críticas ao artigo. Avaliaram que, de fato,

o partido não pode descuidar da classe média, mas também não

pode deixar de investir em áreas onde não tem força.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), tentou minimizar a polêmica

e disse que FHC foi mal interpretado, pois apenas "constatou que é

mais fácil para a oposição se comunicar com a classe média

do que com os beneficiários do Bolsa Família".

Em entrevista à rádio CBN, FHC reafirmou o conteúdo do artigo:

"Em vez de permanecer num corpo a corpo permanente com o PT num

terreno em que eles fincaram estacas, tem muitos setores da

sociedade que não estão representados e que têm aspirações", afirmou.

Em Maringá (PR), FHC voltou a dizer que "o PSDB precisa se aproximar

de camadas sociais que não se interessam pela política". FHC confirmou

a pecha dos tucanos, manter distância dos movimentos sociais, dos

sindicatos, dos beneficiados pelo Bolsa-Família, pelas classes

sociais menos favorecidas.

Com a Folha de S.Paulo

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Parece palhaçada, mas é a midia comercial....

NO SITE DA UOL/FOLHA DE SP NO CADERNO COTIDIANO QUE FAZ UM "DÔSSIE" SOBRE O "MASSACRE EM REALENGO" COM VÁRIAS MATÉRIAS SOBRE A CHACINA NO RIO DE JANEIRO...E VEJAM OS TÍTULOS A VENDA PELA LIVRARIA DA FOLHA...

PARECE PALHAÇADA, MAS É MAIS UMA COISA QUE SÓ O CAPITALISMO TEM PARA VOCÊ ( OU PRA FERRARZ VOCÊ)


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MAIS UMA AGRESSÃO COVARDE! TAMBÉM VAMOS APURAR...OU ACHAR TUDO TÃO "NORMAL"


07/04/2011 - 08h01

Morador de rua é agredido e queimado na zona norte de SP


DE SÃO PAULO


Um morador de rua foi agredido e jogado em uma fogueira, na madrugada desta quinta-feira, na região do Parque Edu Chaves, na zona norte de São Paulo. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu por volta das 2h, na rua Aperibé. A vítima contou após ser socorrida que foi abordada por dois homens e uma mulher enquanto dormia.

O morador de rua disse que foi agredido e arrastado até uma fogueira, onde foi jogado. Ele teve queimaduras nas pernas e foi encaminhado para o pronto-socorro do Tatuapé, na zona leste.

O caso foi registrado no 73º DP (Jaçanã), mas nenhum suspeito foi preso. A polícia não informou o nome e a idade da vítima.

Imbecis e idiotas serviram à campanha contra o Desarmamento, a indústria das armas agradeceu. O atirador do RJ comprou uma arma legítima roubada!!!




Vejam só: a imagem da POSIÇÃO DA REVISTA "veja" (minúscula porque é assim que representa sua postura), que apoiou o "Não" a favor dos empresários das armas. Outra foto marcante é do imbecil na foto a favor do ARMAMENTO (vejam a cor da pele do desgraçado).

EU VOTEI SIM

TENHO ORGULHO DE TER VOTADO A FAVOR DO DESARMAMENTO. EU NÃO ESTOU COM A CONSCIÊNCIA E AS MÃOS SUJAS DE SANGUE PELO QUE ACONTECEU NO RJ.

07/04/2011 - 23h13

Polícia confirma que uma das armas usadas

por atirador era roubada

Guilherme Coimbra
Especial para o UOL Notícias
No Rio de Janeiro


Fontes da Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que investiga o massacre em uma escola do Realengo, na zona oeste da capital, confirmaram na noite desta quinta-feira (7) que o filho do dono de uma das armas usadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira depôs na delegacia.

Segundo ele, um dos revólveres calibre 38 usado no ataque fora roubado de seu pai, já morto, há aproximadamente 18 anos. A polícia não soube informar como a arma chegou a Oliveira.

Ao longo da tarde, a DH ouviu depoimentos de professores, parentes das vítimas e policiais envolvidos na ação. Não são esperadas mais testemunhas para hoje e não foi divulgado o cronograma para esta sexta-feira (8).

http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=14,93436

Presa dupla que vendeu revólver ao atirador
A polícia já encontrou dois homens que ajudaram Wellington Menezes de Oliveira a obter uma das armas usadas no massacre de Realengo.

O chaveiro Charleston de Souza Lucena e o vigia Izaías de Souza foram detidos no sábado após denúncia anônima. Segundo Felipe Ettore, titular da Delegacia de Homicídios, eles atuaram no contrabando do revólver calibre 32. A arma teria custado R$ 260, cabendo a cada um dos suspeitos R$ 30 pelo negócio - os outros R$ 200 ficaram com um homem chamado Robson, procurado pela polícia.

Charleston e Izaías disseram que Wellington afirmou que precisava da arma para se defender.

"Se soubesse que era para isso, não teria feito. Agora vou ter que pagar", disse Izaías. Ambos podem pegar até oito anos de prisão por contrabando - não serão acusados pelas mortes. A polícia ainda rastreia o outro revólver usado, um calibre 38.


Assinem contra a ditadura ainda existente! http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8746


Camaradas e Amig@s,

acabo de firmar o abaixo-assinado abaixo que pede a garantia para SBT prosseguir veiculando sua novela "Amor e Revolução" na versão em que foi concebida.

Acho fundamental que
todos os que concordarem façam o mesmo e divulguem o mais amplamente possível para as suas listas,
não importando a opinião que tenham sobre a novela.


Minha assinatura é a de número 65.

Putabraço,
Alipio Freire



To: osamigosde68@yahoogrupos.com.br
From: romildomaranhao@gmail.com
Date: Mon, 11 Apr 2011 08:19:41 -0300
Subject: [osamigosde68] Fwd: Sua assinatura foi confirmada no abaixo-assinado





---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Petição Pública <confirmacao@peticaopublica.com.br>
Data: 11 de abril de 2011 08:07
Assunto: Sua assinatura foi confirmada no abaixo-assinado
Para: romildomaranhao@gmail.com


Caro(a) romildo maranhao do valle,

Por favor ajude a divulgar o abaixo-assinado «Temos direito de assistir a novela Amor e Revoulucao sem censura como foi concebida». A melhor maneira de o fazer é informar seus amigos que ele existe.


Envie um email rápido a seus amigos.

Abaixo existe um texto que pode copiar e colar em sua própria mensagem de email, para ajudar a divulgar o abaixo-assinado «Temos direito de assistir a novela Amor e Revoulucao sem censura como foi concebida»:


Para divulgar, «Copiar e Colar» o texto abaixo em seu próprio email e enviar a seus contatos.
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Meus Amigos / Minhas Amigas,

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado online: «Temos direito de assistir a novela Amor e Revoulucao sem censura como foi concebida»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8746