quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Senac oferece bolsas de estudo em parceria com o CEU Ponte Alta





A Coordenadoria da Juventude está divulgando os cursos gratuitos oferecidos pelo Senac em parceria com o CEU Ponte Alta. O processo de triagem é para jovens de 14 a 21 anos, que possuem renda familiar per capita de até dois salários mínimos e que não estejam matriculados em cursos ou participando de outros processos de bolsas no Senac São Paulo. Alunos que abandonaram o curso ou repetiram por faltas nos últimos dois anos na condição de bolsista não poderão participar.

As inscrições serão feitas no Centro Educacional de 28 a 30 de janeiro, das 13h30 às 16h30, e as vagas serão preenchidas de acordo com a ordem de cadastramento. É necessário apresentar cópia do RG e do comprovante de endereço, além de um comprovante recente da renda do responsável.

Estão disponíveis os cursos de recepcionista, destinado aos jovens acima de 16 anos de idade, com escolaridade mínima (ensino fundamental II incompleto), e auxiliar de escritório, para jovens de 14 a 21 anos, cursando, no mínimo, o 6º anos do Ensino Fundamental II.

As aulas começam dia 19 de fevereiro e terminam em 26 de abril. Os cursos são divididos em dois períodos, com 25 vagas cada, sendo uma turma na parte da manhã, das 8h30 às 12h30, e outra à tarde, das 13h30 às 17h30.

Mais informações na Coordenadoria da Juventude, pelo telefone 2408-5604, ou no Senac Guarulhos, telefone 2187-3389.

Serviço:

O CEU Ponte Alta fica na Estrada Mato das Cobras, s/nº.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

"Brinque o carnaval sem brincar com os direitos das crianças e adolescentes"


"Brinque o carnaval sem brincar com os direitos das crianças e adolescentes"

Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes articulam campanha de sensibilização da sociedade no período do Carnaval
Brinque o carnaval, sem brincar com os direitos das crianças
Com o objetivo de sensibilizar a sociedade a assumir sua responsabilidade com a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil durante o Carnaval – quando o País recebe um número expressivo de turistas do mundo inteiro –, as Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes articularam a campanha "Brinque o carnaval sem brincar com os direitos das crianças e adolescentes".

A campanha foi concebida com traços lúdicos que aludem aos símbolos de algumas das manifestações culturais do país, como o samba, o frevo, o boi-bumbá ou bumba-meu-boi, a baiana e o palhaço, representando a criança, circundado pelos demais personagens, simbolizando a proteção aos meninos e meninas das mais diversas possibilidades de violação de direitos nessa época, como a violência sexual, o trabalho infantil e tráfico para fins de exploração sexual.

Acesse a página da campanha para saber mais e como colaborar. É possível fazer o download dos materiais de divulgação para impressão bem como divulgação por meio eletrônico e nas mídias sociais. Acesse http://brincandocarnaval.blogspot.com.br

Saiba mais sobre as Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes:

Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil 

Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente 

Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes 

Rede Ecpat Brasil 

Fórum Nacional DCA

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

“Não podemos aceitar, sem indignação, tanta desigualdade social como há no Brasil” Frei Betto (entrevista)

“Não podemos aceitar, sem indignação, tanta desigualdade social como há no Brasil”
Qui, 17 de Janeiro de 2013 09:34 Joana Tavares, Portal Minas Livre









Quem diz isso é Frei Betto, escritor, teólogo, educador, escolhido por um júri internacional para receber o prêmio José Martí de 2013, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Frei Betto foi escolhido por sua oposição a todas as formas de discriminação, injustiça e exclusão e por sua promoção da cultura de paz e dos direitos humanos”, explicou a organização. O prêmio será entregue no dia 30 de janeiro, em Havana, na Terceira Conferência Internacional pelo Equilíbrio Mundial, que marca o 160° aniversário do combatente da independência cubana e poeta da libertação latino-americana, José Martí.

Nesta entrevista ao Portal Minas Livre, Frei Betto, autor de mais 50 livros de diversos temas, mineiro de Belo Horizonte, fala sobre Igreja, comunicação, as lutas e desafios do continente.


Portal Minas Livre: Qual a importância de um prêmio como o da Unesco, que resgata o pensamento de José Martí e valoriza pessoas que seguem seu legado? Como é para o senhor recebê-lo neste ano?
Frei Betto: O mérito é de todos que lutamos por justiça, paz e direitos humanos na América Latina. Sou apenas um pequeno grão de imensa praia que converge rumo ao futuro melhor de nosso continente.

ML: O senhor conheceu de perto diversas experiências de construção do socialismo, e atuou ativamente em um momento de ascenso da luta popular. Qual perspectiva o senhor vê hoje para retomar essa mobilização engajada? Há no horizonte da América Latina a possibilidade do socialismo?
FB: O horizonte de toda pessoa generosa e altruísta tem que ser o de uma humanidade constituída em uma só família, sem preconceitos e discriminações, sem desigualdade e injustiças. Se isso vai chamar socialismo ou outro ismo, não me importa. Importa que não podemos aceitar, sem indignação, tanta desigualdade social como há no Brasil e no mundo. O engajamento dos jovens nesse processo é fundamental. Não conheço nenhum revolucionário que tenha iniciado sua luta após os 30 anos. E estou convencido: quando mais utopia, menos drogas; quanto menos utopia, mais drogas. O que não dá é viver sem sonhos...

ML: Como intelectual, assessor e militante, na sua opinião quais seriam as principais lutas que as forças progressistas desse país deveriam centrar seus esforços e se unir em torno delas?
FB: A principal é a reforma agrária. Seguida da educação e da saúde. O Brasil não terá futuro sem mexer na sua estrutura fundiária e sem promover uma verdadeira revolução na educação e na saúde.

ML: A partir de sua experiência no primeiro governo Lula e de suas observações desde então, como o senhor vê o recente estudo da Cebrap que conclui que houve redução na miséria no Brasil, mas ainda somos um dos países mais desiguais do mundo?

FB: É um fato. É a chamada Belíndia - o Brasil é um misto de Bélgica e Índia. Sem educação e melhor qualificação de nossa mão de obra não conseguiremos reduzir essa desigualdade gritante.

ML: O senhor é articulista de alguns jornais da imprensa comercial, mantendo uma postura crítica nesses espaços. Como vê hoje a atuação da mídia na construção de um projeto de sociedade? Qual o papel da imprensa popular nessa disputa?

FB: A imprensa popular tem que criar e alargar seu nicho, sem querer disputar com os grandes meios. E todos nós devemos pressionar o governo para que concessões de rádio e TV também sejam dadas a movimentos sociais, sindicatos, ONGs etc e não aos mesmos caciques de sempre.

ML: Como o senhor vê a postura da Igreja hoje em relação aos problemas fundamentais do Brasil e da América Latina? A Igreja é mais reacionária hoje do que era há 30 anos?
FB: Há uma vaticanização da Igreja Católica no Brasil, no refluxo em sua atuação social. Infelizmente ela deixou de ser a voz dos que não têm, voz nem vez. No entanto, as comunidades eclesiais de base, as pastorais populares e a teologia da libertação continuam ativas.

ML: Houve uma dificuldade de aceitação da Igreja com a revolução cubana e com Fidel Castro. Na ocasião, seu livro “Fidel e a religião” alcançou grande repercussão em Cuba, no Brasil e no mundo, e contribuiu para esse diálogo. Estamos enxergando nesse momento um confronto parecido na Venezuela. Como vê esse conflito? Já pensou em contribuir com o processo venezuelano com alguma iniciativa parecida?
FB: Estive em Caracas em 2011 e mantive bom diálogo com Chávez. Todo processo revolucionário produz choques com as forças reacionárias, e a Igreja Católica na América hispânica não tem a tradição progressista da Igreja no Brasil.

ML: Como o senhor vê o projeto da direita neoliberal na América Latina hoje? Eles estão perdendo poder ou podem retomar pela via eleitoral ou golpes a controlar grande parte dos Estados?
FB: Há que ficar atento. O imperialismo não dorme no ponto. Vide Honduras e Paraguai. No entanto, as forças progressistas avançam na América Latina e no Caribe, graças a Deus!

ML: Como o senhor vê a pretensão de Aécio Neves ser candidato à presidência em 2014 e o que uma eventual vitória dele pode representar?
FB: Ninguém tira da Dilma a vitória na eleição de 2014.

ML: O senhor recentemente lançou um livro que passa pela história de Minas. Quais as marcas dessa história na nossa realidade atual?
FB: Lancei o romance "Minas do ouro" (Ed. Rocco), no qual descrevo cinco séculos da história de Minas Gerais - do 16 ao 20 - através da saga da família Arienim. Levei 13 anos pesquisando a história de Minas e trabalhando no texto. As marcas atuais dessa história despontam na capacidade de indignação do mineiro frente às injustiças e em sua capacidade criatividade, tanto na política quanto nas artes.

fonte:http://www.minaslivre.com.br/artigos3/4230-nao-podemos-aceitar-sem-indignacao-tanta-desigualdade-social-como-ha-no-brasil

"Em um ano, 13 mil pessoas foram presas em São Paulo." Essa é a proposta do PSDB para violência?

Reproduzo matéria do jornal Brasil de Fato que aborda a política de encarceramento adotada pelo governo do PSDB como única solução para violência.

Isso vai na contramão de um Estado que reduz investimentos na área da criança e do adolescente, não amplia recursos e profissionais para educação, que não construiu um campus ou cursos da USP ou Unesp...enfim, um governo do estado que vai na contramão dos investimentos sociais e aposta apenas na repressão policial e prisões como alternativa.

Na área da juventude é vergonhoso ver que o principal órgão que é a Coordenadoria da Juventude do estado está encostada na Secretaria de Estado de Esportes, Lazer e Turismo, mostrando a real prioridade dada para esse segmento.

Mesmo os projetos que eram considerados "modelo" como escola da família são ações reduzidas a nada  nos investimentos no estado de São Paulo.

O estado mais rico do Brasil é o que mais cresce em população carcerária.

É momento de mudar. Boa leitura.

Início



Em um ano, 13 mil pessoas foram presas em São Paulo

Destaque foto grande |
Nacional

Dados do Infopen ainda demonstram que população carcerária no Brasil é de maioria negra, jovem e com baixo grau de escolaridade. No estado, uma média de 36 pessoas são encarceradas a cada dia
16/01/2013

José Francisco Neto,
da Redação

A população carcerária cresce cada vez mais em São Paulo. De junho de 2011 a junho de 2012, 13 mil pessoas foram presas no estado, resultando num total de 190.818 detentos, o equivalente a cerca de 30% dos presos de todo o país. Os dados são do Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (Infopen), do Ministério da Justiça.

Considerando a população de cerca de 41,9 milhões, o estado tem 462 presos a cada cem mil pessoas. Em média, 36 pessoas são encarceradas a cada dia.

No Brasil, o número de presidiários também cresceu no mesmo período – de 514 mil para quase 550 mil. Entre brancos, indígenas e amarelos, os negros se concentram em maioria no sistema prisional brasileiro: cerca de 267 mil.

Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria dos detentos não completou o ensino fundamental (228.627) e está na faixa entre 18 a 24 anos (138.363).

Crescimento de 200%

Segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em dez anos – de junho de 2002 a junho de 2012 – a população carcerária no Brasil cresceu cerca de 200% - de 181 mil para quase 550 mil.

Em 2012, o Infográfico “O Brasil atrás das grades”, divulgado pela equipe “Direito Direito”, demonstrou que apenas nove crimes são responsáveis por 94% dos aprisionamentos, entre eles o tráfico de drogas, com 125 mil presos, e os crimes patrimoniais – furto, roubo e estelionato –, com 240 mil.

Ficando atrás dos EUA (2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (700 mil), o Brasil possui a 4ª maior população carcerária do mundo.
Mais sobre o assunto:
Pesquisa revela que população carcerária no Brasil é equivalente a seis Maracanãs lotados
Especial - Encarceramento em Massa

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MST E VIA CAMPESINA INTERNACIONAL PERDEM UMA GRANDE COMPANHEIRA: MARIA DO FETAL

Recebi por email e transmito: a violência e o machismo imperam numa sociedade onde vale apenas o capital...



MST E VIA CAMPESINA INTERNACIONAL PERDEM UMA GRANDE COMPANHEIRA:

MARIA DO FETAL

Estimadas companheiras e companheiros,

Com muita dor escrevemos essa nota desde a Comissão Internacional de Mulheres (CIM) da Via Campesina.

Recebemos a triste e revoltante noticia dando conta de que a nossa companheira Maria Do Fetal de Almeida tinha sido assassinada pelo seu marido no dia 1 de janeiro de 2013, em São Paulo, Brasil.

Maria, de nacionalidade portuguesa e residente no Brasil há mais de 10 anos (fez Doutorado em Geografia pela Universidade de São Paulo – USP) esteve apoiando desde que chegou no Brasil, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Via Campesina Brasil e Internacional. A Maria do Fetal fez parte, entre muitas outras atividades, da equipe de interpretes para a 5° Conferencia Internacional da Via Campesina, que ocorreu em Moçambique em 2008. Ultimamente Maria tinha apoiado a Comissão Internacional de Mulheres (CIM) da Via Campesina com a tradução de nossa Cartilha da Campanha Basta de Violência Contra as Mulheres e como interprete em varias atividades de nossa organização.

Desde nossas trincheiras de luta, de nossas organizações, da CIM da Via Campesina nos declaramos revoltadas e revoltados com essa noticia que atingiu a mais uma de nossas companheiras, e esperamos que as autoridades judiciais brasileiras julguem o assassinato e penalizem o assassino como a Lei determina.

Maria era uma mulher forte, uma mulher preocupada como todas as mulheres que estão dentro da dupla e triple jornada de trabalho e organização e sabia que o importante nessa vida é “lutar e guerrear”; parafraseando Simone de Beauvoir a própria Maria nos disse um dia: “não se nasce mulher, torna-se mulher”.

Seu exemplo de militância e dedicação de professora nos motiva a seguir lutando por uma sociedade mais justa, igualitária e internacionalista, como Maria sempre foi. Mais que nunca, nossa luta é indispensável em todos os lugares do mundo e contra todo tipo de violência!

COMPANHEIRA MARIA: PRESENTE, PRESENTE, PRESENTE! HOJE E SEMPRE!

As campesinas e os campesinos da Via Campesina dizem: BASTA DE VIOLENCIA CONTRA AS MULHERES!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mais uma das corporações...se a rede social é para ter liberdade, porque impedir!


Dizem que a China impede o acesso as informações pela internet. Dizem que os meios de comunicação do país e que atuam em nosso país são exemplos de liberdade de expressão e opinião. Dizem que há imparcialidade.

Dizem e como sempre é uma mentira!

Eu estou nelas. Mas eu vivo bem sem as redes sociais se deixarem de existir ou perderem seu real papel de permitir a expressão plena das minhas opiniões.

Agora o facebook impedir que usuários/as venham a utilizar o termo ‘Guarani-Kaiowá’ é uma posição política e econômica ligada ao agronegócio e seus comparsas. Deve estar rolando muito dinheiro em jogo.

Publico em meu blog a matéria que tratou desse assunto (abaixo). Não tenho medo de represálias. Já fui vítima do ódio dos que querem "lamber as botas" do sistema político, econômico e social que sustenta essa elite medíocre no Brasil.

Meu orkut foi apagado por eu ser militante dos movimentos sociais e petista a alguns anos atrás. Perdi contatos e informações, mas paciência...como não sou escravo disso não me fez falta. Tenho caneta e papel.

Não quero entrar no mérito (porque é ridículo) de que as pessoas que incluem seu nome o termo da população indígena ‘Guarani-Kaiowá’ "não tem o que fazer ou não conhece a realidade dos índios".

Eu não conheço a maioria das pessoas vítimas de câncer e nem por isso deixaria de incluir o nome de alguém em solidariedade.

Tantas são as postagens sem objetivo nenhum, ofensivas, racistas, nazistas, preconceituosas...e que o "grande irmão" que controla o facebook não barra...porque impedir um protesto.

A tantas pessoas que conheço pessoalmente que usam pseudônimo e nem assim o facebook pede  cópia do RG (registro geral) da pessoa. 

Quantos FAKES surgem todos os dias e perturbando pessoas, milhões. Tantos pedofilos com perfis se passando por criança e adolescentes que não são impedidos...agora impedir uma manifestação!!!

Facebook, eu continuo porque VOCÊ precisa de mim para lucrar com publicidades, então me aguente ou me expulse...

boa leitura e protesto com ampla liberdade de expressão!


11/01/2013 15h15 - Atualizado em 11/01/2013 15h23

Facebook impede que usuários mudem nome para ‘Guarani-Kaiowá’
Internautas mudavam os nomes para apoiar causa indígena.
Regra do Facebook é que usuário deve usar nome real no site.


O Facebook está impedindo que os usuários mudem seu sobrenome para “Guarani-Kaiowá”, um movimento que se tornou popular na internet para dar suporte às tribos indígenas em questão. Atualmente, quem tenta trocar seu nome não consegue e quem já usa a expressão reclama que foi obrigado a voltar ao nome anterior.









Segundo um post divulgado pela usuária do Facebook Vânia Carvalho, desde 7 de janeiro a rede social impede que as pessoas permaneçam com os nomes das tribos como sobrenome. Ela explica que trata-se de uma “forma de estar junto” e espalhar para seus contatos da rede informações sobre a questão indígena no Brasil. Leia aqui o post de Vânia sobre o assunto.
Usuária do Facebook reclama da política do site (Foto: Reprodução)

Uma das principais regras do Facebook, desde seu início, é que o usuário tem que usar seu nome verdadeiro para entrar na rede social. Ao concordar com os termos de uso da rede, o usuário está concordando em colocar seu “nome real” no perfil. Apesar disso, o site permite adicionar “nomes alternativos” e, neste campo, é possível adicionar “Guarani-Kaiowá” sem problemas.

Procurado pelo G1, o Facebook informou que não comenta casos específicos.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Deputado Valmir Assunção defende aprovação de projeto que criminaliza homofobia

25/12/12 - 22h25
Deputado Valmir Assunção defende aprovação de projeto que criminaliza homofobia


Em discurso na Câmara dos Deputados, em Brasília, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) defendeu a aprovação do PLC 122/06, que criminaliza a homofobia no Brasil.


Para o deputado, o Brasil não pode se curvar ao “discurso da hipocrisia que fecha os olhos às vidas de brasileiros e brasileiras, que estão sendo tiradas pelo ódio, pela violência e pela intolerância à orientação sexual e identidade de gênero”.

O deputado citou como exemplos de intolerância e homofobia os assassinatos de dois casais de Lésbicas, ocorridos em Camaçari e em Salvador, nos meses de agosto e outubro respectivamente. Valmir ainda lamentou o assassinato do jornalista Lucas Fortuna, militante LGBT e integrante do PT de Goiás, morto no mês de novembro em Pernambuco.

“Sabemos do empenho que a SPM-BA e outras Secretarias do Governo da Bahia têm dado a apuração dos casos e reforçamos aqui a necessidade do Estado se posicionar sobre estes crimes motivados pelo ódio homofóbico”, completou.

Valmir Assunção ainda saudou o Fórum Baiano LGBT que, segundo o deputado, é “a principal organização de combate à discriminação e o preconceito homofóbico no estado da Bahia”. O Fórum realizou, em Ilhéus, o seu VI Seminário de Fortalecimento entre os dias 5 e 8 de dezembro.

Leia mais em: http://www.camara.gov.br/internet/sitaqweb/discursosFrame.asp